Número 1 do tênis feminino une Gucci, Audemars Piguet e Material Good em um estilo que mistura força, feminilidade e alta-costura

Aryna Sabalenka chegou a Roland Garros na última semana e deixou todo mundo de queixo caído: além dos saques a mais de 180 km/h, a bielorrussa entrou em quadra com colares carregados de mais de 200 quilates de granadas e 23 quilates de diamantes. Em um esporte onde o visual costuma seguir a cartilha da funcionalidade, ela fez das joias parte do uniforme e virou assunto.

O mercado de luxo já tinha sacado o talento da número 1 da WTA. Na lista de parcerias estão Emirates, Nike, Audemars Piguet e, desde janeiro, a Gucci como embaixadora oficial. Só fora das quadras, o faturamento anual gira em torno de 15 milhões de dólares.

 

No Rome Open, ela apareceu com a bolsa Gucci Paparazzo da coleção primavera 2026 e, em fevereiro, marcou presença no desfile de inverno da marca. Nos torneios recentes, o set de brincos e os três fios de colar são criação exclusiva da Material Good, grife nova-iorquina da qual também é embaixadora. O vermelho intenso das granadas veio inspirado no tom do saibro.

O contraste é o charme: diamante e performance, glamour e potência. Sabalenka não escolhe entre feminilidade e força. Ela joga os dois lados na mesma partida. E não está sozinha nesse game: Naomi Osaka e Coco Gauff também costuram tênis e moda de luxo, dando sequência ao legado que Venus e Serena Williams abriram para a alta-costura dentro das quadras.